Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Tanzânia – Linha férrea para Burundi e Ruanda avança no início de Maio

A construção do primeiro troço da linha férrea que há-de ligar a Tanzânia ao Burundi e Ruanda iniciar-se-á a 5 de Maio, a cargo da portuguesa Mota-Engil e da turca Yapı Merkezi


A cerimónia de lançamento da primeira pedra do troço Dar es Salaam-Morogoro aconteceu no passado dia 12 e contou com a presença do presidente tanzaniano.

Nesta primeira fase esta em causa a construção de uma linha com 207 quilómetros de extensão, de bitola UIC, em via única electrificada, preparada para velocidades de 160 km/hora no tráfego de passageiros e de 120 km/hora no tráfego de mercadorias.

A nova linha seguirá de perto o traçado da actual via métrica e deverá estar concluída em Outubro de 2019.

Numa segunda fase (que a Turquia se propõe financiar), a nova linha será prolongada em 336 quilómetros, de Mongororo até à capital Dodoma.

Mais tarde serão feitas as ligações aos portos de Kigoma (no lago Tanganyika) e de Mwanza (no lago Victoria). E para mais tarde ainda está prevista a criação da linha que ligará aos vizinhos Ruanda e Burundi, garantindo-lhes o acesso ao porto de Dar es Salaam, no Índico.

No imediato, o troço a construir pela Mota-Engil e pelos turcos terá seis estações, incluindo o porto seco de Ruvu. O tráfego anual de mercadorias previsto é de 17 milhões de toneladas. In “Transportes & Negócios” - Portugal

terça-feira, 25 de abril de 2017

Galiza - Abril

A palavra “abril” tem uma etimologia obscura. A interpretação popular relaciona-a com o abrir, metáfora do agromar da vegetação no hemisfério norte nesta altura do ano. Alguns filólogos relacionam-na com a palavra grega aphós, espuma, também presente no nome da deusa Afrodita, que, segundo esta etimologia, seria a “nascida da espuma”, semelhante à Morgana céltica, a “nascida do mar”. Desde 1974 o mês de abril acrescentou outro significado em Portugal. É o fim da ditadura, as canções do José Afonso, os cravos, as imagens a preto e branco da multidão a descer a Calçada do Carmo em Lisboa, é a liberdade, são os capitães, é “a voz do mar interior de um povo” do poema de Sophia. Tenho ouvido vezes sem conta o relato da manhã de 25 de abril de 74 na multiplicidade das memórias quotidianas, gente que soube da revolução quando voltou da escola, gente que estava na guerra em África, gente que estava emigrada. Nasci galega e, como tantos de nós, cresci com o lugar comum de Portugal como a Galiza livre. Aprendi a interpretar o 25 de abril como mais um capítulo dessa proximidade de Portugal com a liberdade tão alonjada para nós. Em certo modo não nos falta razão. Da margem sul da raia vivo o que na Galiza não é possível, pensar, falar e escrever sem a deformação obrigatória para a língua e sem o asfixiante controlo ideológico que se usam na comunidade autónoma. Mas os meus longos anos em Portugal deram-me uma perspetiva bem mais complexa sobre este estado, a visão da sociedade, da história vivida nas primeiras pessoas, nas relações, nas famílias, no dia a dia. Da perspetiva da afinidade cultural e das figuras que sobre ela se recriaram passei a ver em primeiro plano personagens e episódios sem relação com a Galiza, Portugal por si e para si.

Nesta minha procura de chaves para compreender a sociedade portuguesa dei recentemente com uma breve antologia de artigos sobre o colapso da 1ª República e a origem do Estado Novo escritos entre 1968 e 1971 por um professor de Sociologia, Hermínio Martins, exilado então em Londres (*). Apesar de o autor relativizar o rigor da sua análise ao facto de ele ser parte interessada na oposição ao regime, os artigos têm a lucidez que a filósofa também exilada María Zambrano atribuía aos expatriados, a quem chamava “consciência da sua coletividade”. Na análise de Hermínio Martins ficam vários motivos para a reflexão. De um lado o constructo da ideologia integralista, a sua falta de base regional e a dependência de pensadores franceses, e o tradicionalismo como estética dos jovens universitários de Coimbra, entre eles futuros dirigentes da ditadura, antes que como ideologia. De outro, a eficácia do sistema repressivo, o que ele denomina a economia do terror, que longe dos números impactantes da violência física exercida pelo sistema repressivo do estado espanhol, se serviu do controlo económico, da extensa rede de informadores, da dependência dos funcionários públicos, da educação escassa e mal distribuída, da emigração como via para aliviar as tensões sociais. E ainda um elemento chave para a reflexão dos que construímos a comunidade galego-portuguesa, o que Hermínio Martins chama “controle da consciência histórica” como instrumento de doutrinação do regime, que fez com que atitudes críticas com a historiografia institucional como a de António Sérgio fossem encaradas como “política de oposição”. O que surpreende ao meu olhar galego é a sua afirmação de como a interpretação messiânica da história de Portugal continuou na aposta por que a identidade de Portugal passasse pela manutenção do império e como a esquerda não soube ou não quis contestar essa narrativa sobre a identidade portuguesa já no período da guerra colonial. Para compreender os sentidos da comunidade precisamos dessas outras leituras sobre o 25 de abril de 1974, contextualizadas nas lutas de libertação das colónias, leituras afastadas do nosso ângulo galego, ibérico apesar de tudo. E ainda outro ângulo de análise, o que as decisões dos estados ibéricos signifiquem para os outros centros de poder na Europa ou na América.

A continuidade cultural galego-portuguesa mantém a sua vitalidade, ou a perde, dentro de um contexto social e político, galego, português, mas também espanhol e europeu. Há cem anos foi a proclamação da república portuguesa, cenário político que dá outro horizonte de sentidos ao relacionamento cultural daqueles anos ou a discussões do momento como a literatura sobre a saudade ou as pesquisas sobre a lírica primitiva e o canto popular. A demanda de modernidade e de espírito cívico norteia o renovado interesse dos galegos pelo relacionamento com Portugal e é este desejo de renovação da vida pública o que ativa o imaginário das origens e a sua continuidade. O exercício de pensar a história e os referentes culturais está profundamente ligado ao pensar a democracia e é no mínimo belo que este exercício de autoconhecimento por parte da vanguarda cívica e cultural galega de há cem anos passasse pelo conhecimento da vida cultural e política de Portugal. Paralelamente, na atualidade paira uma pergunta sobre o nosso lugar como coletividade no mundo. Na Galiza é o exercício de imaginar um outro cenário para a sociedade galega para além da limitação ideológica do isolacionismo, a visão idealizada de um agro arcádico guardador das essências pátrias, também a língua, a identificação entre etnia e classe e outras mitificações. Em Portugal é a discussão sobre o quê fazer com a complexa herança do império, cenário no que a nossa memória da origem de Portugal tem outro valor, e também o nosso incansável exercício de leitura do território que habitamos, leitura poética, leitura económica ou leitura política.

Acontece que na narrativa histórica a humana necessidade de continuidade e pertença deriva com frequência em obsessão por replicar antecedentes, hábito que enfraquece a nossa perceção e ainda mais a nossa ação. Acode-me à memória um poema irlandês contemporâneo que li numa revista dos estudantes da universidade da Crunha no tempo em que eu andava por lá. Não lembro o autor, só lembro a história que contava, a do herói mítico do Ulster Cú Chulainn, e a pergunta que era o motivo repetido do poema: “Quem és tu para mim, Cú Chulainn?”. Naqueles inícios dos 90 com o conflito do Ulster e os do estado espanhol bem vivos, evidentes e violentos, a pergunta doía. A construção da memória em sociedades como as nossas dói, até porque a militância se apodera da nossa vida pessoal. Alguns anos depois vinha eu para Portugal, levada de desejo de viver uma vida sem guerra, em liberdade, com a demanda de uma folha em branco para a minha história. Sonhava eu ter queimado barcos, embalada de um sonho de ilha possível. Queria a minha aventura, queria o acaso, queria viver a história de amor que me chamava do sul, só a mim, por alegria, por prazer, porque estava viva. E assim vim para Portugal, fermosa para el-rei, como diz a cantiga, precisamente num mês de abril. Como se fosse possível a inocência, como se nesta Península Ibérica dos meus desvios fosse possível viver uma história que não tenha uma leitura política. Como se fosse possível desejar liberdade e não bater contra algum muro. E assim também eu tive que perguntar-me quem és tu para mim? Quem és tu, mitos, histórias, lutas, desejos? Quem és tu, meu companheiro do sul? Que história conta a nossa história? Maria Dovigo – Galiza in “Portal Galego da Língua”

(*) Hermínio Martins, Classe, status e poder e outros ensaios sobre o Portugal contemporâneo, Lisboa, ICS: Imprensa de Ciências Sociais, 2006.

Internacional – O rato-toupeira-nu


O rato-toupeira-nu, batizado com o nome científico Heterocephalus glaber, é um dos mamíferos mais estranhos do mundo, mas é também por isso que tem tantas características raras.

Este roedor de sangue frio, oriundo do leste de África, corre para trás com a mesma facilidade com que anda para a frente, come os seus próprios excrementos, não tem olfato e é imune a doenças como o cancro.

Agora, os cientistas descobriram mais uma habilidade que torna este rato-toupeira-nu ainda mais excepcional: é capaz de sobreviver até 18 minutos sem oxigénio, uma circunstância que, no geral, leva à morte de outros mamíferos.

Como é que consegue fazer isso? Segundo os investigadores, este animal faz entrar em ação um sistema metabólico que só é encontrado em outra espécie completamente diferente: as plantas.

Quando o oxigénio se esgota, explicam os autores do estudo publicado na revista Science, que estes roedores deixam de queimar a glucose como fonte de energia e passam a usar a frutose.

Sem danos

O ar que respiramos tem normalmente cerca de 21% de oxigénio. Se nos submetermos a um processo de adaptação, podemos sobreviver com um nível de cerca de 10%. Abaixo disso, o corpo deixa de funcionar bem. Com 5%, o nosso organismo para.

Thomas Park, professor da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, e co-autor do estudo, colocou um grupo destes animais num ambiente com 5% de oxigénio. Resultado: passadas cinco horas, os roedores não demonstravam qualquer tipo de problema.

O nível foi reduzido então a zero. Para surpresa dos cientistas, os animais entraram num estado de animação suspensa por pouco mais de 18 minutos “sem nenhum dado neurológico”, como explica Jane Reznick, bióloga do Centro de Medicina Molecular Max Delbrück em Berlim, na Alemanha, co-autora da pesquisa.

Capacidade latente

Ainda que os cientistas soubessem que estes mamíferos vivem em colónias subterrâneas, onde o oxigênio é escasso, nunca antes tinham testado o seu limite de sobrevivência.

Nas experiências, mediante a redução do nível de oxigénio, os animais fecharam os olhos, pararam de se movimentar e diminuíram as pulsações e o ritmo respiratório de uma forma drástica.

Para sobreviver, desligaram um sistema metabólico, baseado em glucose, e ativaram outro, que usa a frutose e dispensa o oxigénio para funcionar. Não se trata de um método muito eficiente, mas permite produzir energia de uma forma estável.

Os investigadores acreditam que estes animais desenvolveram uma estratégia singular para se adaptar ao estilo de vida nas colónias subterrâneas onde habitam.

Entender como ocorre esta troca metabólica pode ajudar os cientistas a criar tratamentos para pacientes que sofram com uma crise de falta de oxigénio como, por exemplo, em ataques cardíacos ou problemas cerebrais. O próximo passo da pesquisa é averiguar se os seres humanos têm uma capacidade latente de fazer o mesmo. In “ZAP.aeiou” - Portugal

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Internacional - Preço dos painéis solares fotovoltaicos é cada vez mais baixo

O mercado da energia solar iniciou 2017 em alta, o preço dos painéis solares fotovoltaicos é cada vez mais baixo e a eficiência das células solares cada vez mais elevada.

Os principais fabricantes de células e módulos solares de todo o mundo estão investindo fortemente em novas linhas de produção ou a atualizar as já existentes.

Os novos sistemas e a automatização dos processos irá reduzir os custos operacionais e aumentar a produtividade, permitindo assim preços dos painéis solares fotovoltaicos mais competitivos e cada vez mais reduzidos.

O dinamismo do mercado fotovoltaico já provocou uma reação nas principais empresas de produção de sistemas de energia solar. De acordo com a PV-Tech, apenas as empresas da China e Índia terão anunciado os seus planos para expandir a produção de 2017 para 17 GigaWatts, cada uma.

Também os Estados Unidos da América, a Europa e a Arábia Saudita irão construir novas instalações de produção de painéis solares.

Todas estas questões serão discutidas entre o dia 31 de Maio e 2 de Junho no Intersolar Europe, o maior encontro sobre energia solar na Europa, realizada em Munique, na Alemanha.

No Intersolar irão existir palestras, oficinas complementares e exposições sobre os últimos desenvolvimentos técnicos de produção fotovoltaica.


De acordo com as Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações (VDMA), as perspetivas de encomendas a fabricantes alemães de instalações, componentes e maquinaria são boas. O foco está nas tecnologias das células solares mais eficientes, como o PERC (Passivated Emitter Rear Contact) e PERT (Passivated Emitter Rear Totally diffused) e na chamada heterojunção.

Os novos sistemas de produção e automatização irão reduzir custos nos materiais e recursos humanos aumentando assim a produtividade e consequentemente preços mais competitivos o que tornará a energia solar cada vez mais interessante.

São também esperados novos recordes de eficiência através da tecnologia da heterojunção. Este sistema combina a tecnologia solar cristalina e amorfa para atingir um elevado grau de eficiência da célula.

A queda dos preços dos painéis solares fotovoltaicos, também significa uma maior pressão juntos das empresas responsáveis pela instalação.

Na conferência Intersolar Europe, os especialistas irão discutir possíveis opções e áreas com maior potencial de crescimento, bem como possibilidades para continuar a aumentar a eficiência das células solares.

Se está a considerar investir num projeto de energia solar para autoconsumo, pode encontrar no mercado preços de painéis solares fotovoltaicos cada vez mais baixos e interessantes. In “Portal Energia” - Portugal

domingo, 23 de abril de 2017

Trás Outro Amigo Também











Vamos aprender português, cantando


Amigo maior que o pensamento
por essa estrada amigo vem
por essa estrada amigo vem
não percas tempo que o vento
é meu amigo também
não percas tempo que o vento
é meu amigo também

Em terras
em todas as fronteiras
seja bem vindo quem vier por bem
seja bem vindo quem vier por bem
se alguém houver que não queira
trá-lo contigo também
se alguém houver que não queira
trá-lo contigo também

Aqueles
aqueles que ficaram
em toda a parte todo o mundo tem
em toda a parte todo o mundo tem
em sonhos me visitaram
traz outro amigo também
em sonhos me visitaram
traz outro amigo também

José Afonso - Portugal

sábado, 22 de abril de 2017

Moçambique – Subsídio aos transportadores trocado por autocarros de passageiros novos

O Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) e a Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) assinaram esta quinta-feira, 20 de Abril de 2017, um memorando de entendimento que altera o actual modelo de subsídio aos transportadores, por não se ter revelado eficaz e por não ter permitido o aumento da oferta.

Assim, o valor que o Estado atribuía aos transportadores em forma de subsídio será usado para adquirir 300 autocarros, que deverão ser alocados a operadores privados para o transporte de passageiros nas principais cidades do País, com destaque para as de Maputo e Matola.

Os 300 autocarros, cujo processo de aquisição será feito de forma faseada e inclui assistência técnica e revisões regulares asseguradas, serão entregues às concessionárias, que deverão reembolsar parte do valor através das receitas cobradas.

Este memorando, conforme explicou o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, é parte de um pacote de medidas visando a melhoria do sistema de transporte público urbano.

Assim, o pacote de medidas, para além da comparticipação na aquisição de meios de transporte, inclui a concessão de rotas na área do Grande Maputo (cidades de Maputo e Matola, e vilas de Boane e Marracuene) e o ajustamento da tarifa actualmente em vigor, que é de 7.00 e 9.00 Meticais, para distancias até 10Km e 20Km, repectivamente.

“A concessão de rotas é fundamental para evitar a concorrência negativa entre operadores da mesma rota, prevenir a indisciplina, como é o caso da paralisação unilateral da actividade. A concessão vai permitir que o operador tenha um mercado cativo, o que lhe facilita a realização dos investimentos necessários e, acima de tudo, facilitar a actividade do Governo, por possuir um único interlocutor”, disse o ministro.

Relativamente à tarifa, Carlos Mesquita garantiu haver consenso sobre a base para o reajuste, “devendo o assunto ser remetido às entidades competentes, nomeadamente os municípios, os governos provinciais e o ministério de tutela, conforme cada situação (urbano, interdistrital e interprovincial)”.

Mesquita sublinhou que o agravamento da tarifa deverá ser acompanhado pela intensificação da fiscalização para pôr fim ao encurtamento de rotas. "É muito injusto agravarmos a tarifa para o cidadão continuar a pagar várias vezes pelo mesmo trajecto. Exortamos desde já que esta prática deverá ser severamente combatida, em defesa dos utentes".

A materialização destas medidas, segundo Carlos Mesquita, deverá culminar com a melhoria na mobilidade urbana (através da requalificação e ampliação das vias, bem como a definição de faixas exclusivas para o transporte público urbano), comparticipação do utente do transporte público urbano nos custos operacionais, combinação do modo rodoviário com o ferroviário e reestruturação das empresas de transporte público.

Por sua vez o presidente da FEMATRO, Castigo Nhamane, mostrou-se satisfeito com a assinatura deste memorando, que resulta de negociações com os ministérios dos Transportes e Comunicações e da Economia e Finanças.

“Esta alteração do modelo de subsídio foi apresentada por nós (FEMATRO) porque chegámos à conclusão de que o dinheiro que nos era atribuído não trazia resultados visíveis para nenhuma das partes, nomeadamente Governo, operadores e passageiros”, referiu Castigo Nhamane. In “Olá Moçambique” - Moçambique

Macau - Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa agendado para Outubro

A Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (PLPEX) estreou-se em 2015 durante a 20ª edição da Feira Internacional de Macau (MIF na sigla inglesa) e prosseguiu em 2016 com “bons resultados”, referiu o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), ao anunciar que, por esse facto, a mostra irá tornar-se independente este ano, estando já agendada para o período entre 19 e 21 de Outubro no Centro de Convenções e Exposições do Venetian.

Com o intuito de reforçar a divulgação da PLPEX de 2017 junto dos países de língua portuguesa, o IPIM organizou duas digressões para a promoção do evento em São Paulo e Lisboa, em colaboração com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (ApexBrasil) e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Nestas duas sessões, que decorreram em Março, marcaram presença cerca de 100 empresários e interessados.

A iniciativa contou, na capital portuguesa, com a colaboração da Delegação Económica e Comercial de Macau. Na ocasião, Glória Batalha Ung, vogal executiva do IPIM, aproveitou para salientar o papel de Macau “como a plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, bem como os trabalhos que o território tem vindo a desenvolver no âmbito da estratégia dos “Três Centros”: de Serviços Comerciais para as Pequenas e Médias Empresas da China e dos Países de Língua Portuguesa, de Distribuição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa e de Convenções e Exposições para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau